SOBRE MIM

Páginas

Quem sou eu

Minha foto
Santo André, São Paulo, Brazil
Psicóloga Clínica Suzy Mosna, Crp 06-75752. Especialista em Terapia de casal e família, relacionamentos e neuropsicóloga. Professora de Psicologia.

Agende sua Consulta

Psicóloga Suzy Mosna

Terapia de Casal • Ansiedade • Autoestima • Orientação Vocacional

quinta-feira, 22 de outubro de 2026

EU AINDA ESCOLHO VOCÊ - PSICÓLOGA SUZY MOSNA, TERAPIA INDIVIDUAL, CASAL E FAMÍLIA


 

EU AINDA ESCOLHO VOCÊ

Quando o casamento merece uma nova oportunidade

Suzy Mosna — Psicóloga

Um convite para reencontrar o amor, compreender as diferenças e descobrir se ainda existe um caminho bonito para percorrer a dois.

DEDICATÓRIA

Aos casais que, em algum momento, olharam um para o outro e se perguntaram: “Como chegamos até aqui?”

Aos que ainda sentem amor, mas estão cansados das discussões. Aos que sentem saudade de quando conversavam sem pressa, riam por qualquer motivo e acreditavam que, juntos, poderiam enfrentar o mundo.

Aos que já pensaram em desistir, mas ainda procuram uma razão para compreender o que aconteceu.

E, especialmente, àqueles que descobriram que amar alguém não significa saber, automaticamente, como construir uma vida com essa pessoa.

Que estas páginas sejam um convite para olhar novamente, conversar de outra maneira e descobrir o que ainda pode florescer.

Porque algumas histórias não precisam voltar ao começo. Precisam encontrar uma maneira diferente de continuar.

Suzy Mosna

ANTES DE PENSAR EM DESISTIR, VAMOS CONVERSAR?

Imagine duas pessoas caminhando por uma estrada.

No começo, caminham lado a lado. Conversam, fazem planos, escolhem destinos e acreditam que conhecem o caminho. Quando uma tropeça, a outra oferece a mão. Quando aparece uma bifurcação, param para decidir juntas.

Com o tempo, a estrada muda.

Surgem contas, compromissos, filhos, preocupações, cansaço e responsabilidades. A vida exige tanto que, sem perceber, os dois começam a caminhar olhando para o chão, atentos aos obstáculos, esquecendo-se de olhar um para o outro.

Um acelera. O outro fica para trás.

Um reclama que está sozinho. O outro responde que está fazendo o melhor que pode.

E a estrada, que antes parecia uma aventura compartilhada, transforma-se em um percurso cheio de cobranças.

Até que, certa noite, alguém pergunta:

“Você ainda me ama?”

Talvez a pergunta esconda outra: “Você ainda me enxerga?”

Ou esta: “Ainda existe um lugar para mim na sua vida?”

É possível que o amor não tenha desaparecido. Talvez esteja soterrado por ressentimentos, expectativas frustradas e conversas que nunca aconteceram. Mas também é possível que a relação tenha mudado profundamente e precise ser avaliada com honestidade.

É por isso que precisamos conversar sobre a escolha de continuar.

Não para convencer ninguém a permanecer em qualquer casamento. Não para transformar sofrimento em prova de amor. E muito menos para ensinar uma pessoa a carregar sozinha o peso de uma relação.

Quero falar sobre a possibilidade de reconstruir quando existe respeito, segurança e disposição verdadeira dos dois.

Quero falar sobre o momento em que deixamos de perguntar apenas o que o outro fez de errado e começamos a investigar o que aconteceu conosco, com a relação e com os sonhos que um dia compartilhamos.

E quero falar sobre algo que considero essencial: escolher alguém novamente não é fingir que nada aconteceu. É decidir, quando existem condições para isso, fazer diferente daqui para a frente.

Vamos começar?

O CASAMENTO NÃO É UM CONTO DE FADAS. MAS PODE TER MOMENTOS ENCANTADORES.

Quando crianças, ouvimos histórias em que duas pessoas se encontram, enfrentam alguns obstáculos e vivem felizes para sempre.

O problema não está no final feliz. Está na ideia de que a felicidade acontece depois da conquista, como se o casamento fosse uma porta que, depois de atravessada, dispensasse cuidados.

Na vida real, o casamento começa uma nova história justamente depois do “sim”.

É depois dele que descobrimos como cada um lida com dinheiro, frustração, cansaço, diferenças, família, responsabilidades e expectativas.

É depois dele que percebemos que a pessoa que amamos pode ter hábitos que nos irritam, opiniões que não compartilhamos e maneiras de reagir que não compreendemos.

E é depois dele que precisamos aprender uma habilidade pouco romântica, mas indispensável: conviver.

O príncipe pode esquecer de comprar o pão. A princesa pode estar sem paciência para conversar. Os dois podem chegar em casa exaustos, discutir sobre a louça e dormir sem resolver o assunto.

A vida não perde a beleza por causa disso.

O que merece atenção é quando o pão esquecido vira prova de desamor, a louça se transforma em uma guerra e o silêncio passa a durar dias.

Pequenos acontecimentos ganham significados enormes quando existem mágoas acumuladas.

Às vezes, a discussão parece ser sobre quem deveria ter feito determinada tarefa, mas o sentimento por trás dela é: “Sinto que tudo depende de mim”.

Em outras situações, a reclamação parece ser sobre falta de atenção, mas esconde o medo de ter deixado de ser importante.

O casal discute sobre o episódio, enquanto a necessidade emocional permanece sem resposta.

Por isso, antes de perguntar quem está certo, vale perguntar: o que essa situação representa para cada um de nós?

Essa pergunta pode mudar o rumo de uma conversa.

Não resolve tudo em um passe de mágica, mas abre uma porta que a acusação costuma fechar.

E aqui vai uma ideia importante: um casamento melhor não depende de duas pessoas que nunca erram, mas de duas pessoas dispostas a reconhecer erros e construir maneiras mais saudáveis de conviver.

QUANDO FOI QUE NOS PERDEMOS?

Raramente um relacionamento muda de uma hora para outra.

Muitas vezes, o afastamento começa em pequenos detalhes.

Uma conversa interrompida porque o celular tocou. Um convite recusado porque havia trabalho demais. Uma pergunta respondida com impaciência. Uma tentativa de carinho que não encontrou espaço.

Nada disso, isoladamente, determina o futuro de um casamento.

O problema surge quando essas situações se repetem e deixam de ser conversadas.

A pessoa que se sente rejeitada começa a cobrar. A que se sente cobrada começa a evitar. Quanto mais uma procura, mais a outra se afasta. Quanto mais uma se afasta, mais a outra procura.

Sem perceber, os dois entram em uma dança na qual ninguém está satisfeito, mas ambos continuam repetindo os mesmos passos.

Um diz: “Você nunca quer conversar”.

O outro responde: “Com você, tudo vira discussão”.

Um insiste. O outro se fecha.

E lá vão os dois, repetindo a coreografia do desgaste.

A pergunta não é quem começou. A pergunta é: como podemos interromper esse movimento?

Às vezes, é necessário aprender a pedir sem atacar. Em outras ocasiões, é preciso aprender a escutar sem se defender imediatamente.

Também pode ser necessário reconhecer que a divisão das responsabilidades está injusta, que existe um problema de confiança ou que a relação precisa de ajuda profissional.

Não há uma solução única para todos os casais.

Mas há algo que merece ser observado: se vocês continuam tendo a mesma discussão, com as mesmas palavras e o mesmo resultado, talvez não precisem de mais uma discussão. Precisem de uma maneira diferente de lidar com o problema.

Um pequeno exercício

Pense em uma discussão que se repete na sua relação.

Agora, responda com sinceridade:

Qual é o assunto aparente?

O que realmente me incomoda nessa situação?

O que sinto, mas não consigo explicar?

O que costumo fazer quando fico magoado?

Minha reação aproxima o outro ou aumenta a distância?

O que eu poderia experimentar fazer de maneira diferente?

Faça esse exercício individualmente antes de propor uma conversa com seu parceiro.

Não se trata de assumir a culpa por tudo. Trata-se de reconhecer o que está ao seu alcance transformar.

A SAUDADE DE QUEM ÉRAMOS

Existe uma saudade que aparece mesmo quando a pessoa amada está sentada ao nosso lado.

É a saudade de quando havia curiosidade, de quando uma conversa atravessava a noite, de quando qualquer passeio parecia interessante porque estávamos juntos.

Às vezes, sentimos falta do parceiro que conhecemos. Em outras ocasiões, sentimos falta de quem nós mesmos éramos naquela época.

Tínhamos menos responsabilidades, outros sonhos, mais tempo ou uma disposição diferente para a vida.

É natural mudar. O casamento não precisa permanecer congelado na fotografia do primeiro encontro.

O que precisamos descobrir é se ainda conseguimos criar momentos de proximidade na vida que temos hoje.

Não adianta tentar reproduzir exatamente o passado. Podemos, porém, recuperar aquilo que havia de significativo nele.

Se vocês gostavam de conversar durante um café, talvez possam reservar um momento para isso novamente.

Se costumavam passear sem destino, talvez possam organizar uma caminhada.

Se a rotina tornou tudo previsível, experimentem fazer algo novo juntos.

Não é necessário comprar presentes caros, planejar viagens extraordinárias ou organizar uma surpresa todos os finais de semana.

Às vezes, o gesto mais importante é deixar o celular de lado e perguntar: “Como você está de verdade?”

E esperar pela resposta.

Não aquela resposta automática de quem diz “tudo bem” enquanto continua olhando para a tela. A resposta que aparece quando alguém percebe que existe espaço para falar.

Pequenos gestos não substituem a resolução de problemas sérios. Mas, quando existe uma relação segura e vontade mútua de aproximação, eles podem ajudar a criar oportunidades de reconexão.

O romance não precisa desaparecer para que a vida adulta funcione.

Ele apenas precisa encontrar espaço entre as responsabilidades.

ESCOLHER NOVAMENTE NÃO É VOLTAR A SER QUEM ÉRAMOS

Quando um casal decide tentar novamente, pode surgir a tentação de recuperar exatamente o relacionamento que existia antes da crise.

Mas será que aquele relacionamento funcionava tão bem quanto a memória sugere?

Talvez houvesse problemas que vocês não sabiam resolver. Talvez um dos dois guardasse sentimentos que nunca foram expressos. Talvez determinadas diferenças fossem ignoradas porque a paixão tornava tudo mais fácil de tolerar.

Uma nova oportunidade não precisa significar voltar ao passado.

Pode significar construir uma relação mais consciente do que aquela que existia antes.

Se as discussões eram alimentadas por acusações, vocês podem aprender a conversar de outra maneira.

Se uma pessoa assumia todas as responsabilidades, podem rever os acordos.

Se havia falta de confiança, será necessário compreender o que a rompeu e avaliar se existem condições para reconstruí-la.

Se a intimidade diminuiu, talvez seja preciso conversar sobre as causas, sem presumir que a solução será simplesmente ter mais relações sexuais ou fazer mais programas juntos.

E se apenas uma pessoa deseja mudar, será importante reconhecer esse limite.

Porque existe uma diferença fundamental entre escolher o casamento e tentar obrigar alguém a escolhê-lo também.

O amor pode convidar à reconstrução, mas não pode substituir a vontade do outro.

A escolha de continuar precisa ser livre, consciente e acompanhada de respeito.

O QUE SIGNIFICA LUTAR PELO CASAMENTO?

Lutar pelo casamento não significa aceitar tudo, suportar qualquer comportamento ou provar que você é capaz de permanecer apesar de qualquer sofrimento.

Significa avaliar o que está acontecendo e decidir se existe um caminho possível para uma relação mais saudável.

Às vezes, lutar é pedir ajuda.

Em outras ocasiões, é admitir que você também precisa mudar.

Pode ser estabelecer um limite que foi adiado durante anos, ter uma conversa difícil ou abandonar a expectativa de que o parceiro adivinhe suas necessidades.

Pode significar reconhecer que promessas não estão sendo acompanhadas de atitudes.

E, em determinadas situações, lutar pelo próprio bem-estar significa reconhecer que permanecer junto não é a opção mais segura ou saudável.

Não existe coragem apenas em ficar. Também é preciso coragem para enxergar a realidade.

Quando ambos desejam reconstruir, a terapia de casal pode oferecer um espaço para compreender os conflitos, identificar padrões que se repetem e desenvolver novas formas de comunicação.

O processo não garante que o casamento será preservado. Pode ajudar, porém, a avaliar as possibilidades com mais clareza e responsabilidade.

Em situações de violência, coerção ou medo, a segurança precisa vir primeiro, e o atendimento conjunto pode não ser indicado.

Um relacionamento não se torna saudável simplesmente porque duas pessoas decidiram continuar juntas.

Ele precisa ser construído por meio de atitudes que respeitem a dignidade e a liberdade de ambas.

O ENCONTRO QUE VOCÊS PRECISAM TER

Se houver segurança e disposição dos dois, proponha uma conversa diferente.

Não comece enumerando erros. Não transforme o momento em uma audiência sobre tudo o que aconteceu desde o início do casamento.

Comece pelo presente.

Você pode dizer:

“Eu gostaria que conversássemos sobre nós. Não quero transformar essa conversa em uma discussão sobre quem errou mais. Quero compreender o que aconteceu com a nossa relação e descobrir se podemos fazer algo diferente.”

Depois, faça perguntas e escute as respostas.

O que cada um sente falta?

O que mais tem machucado?

Quais comportamentos precisam mudar?

O que cada pessoa está disposta a fazer, concretamente?

Quais são os limites que precisam ser respeitados?

O que vocês desejam construir daqui para a frente?

Talvez a conversa não seja fácil. Talvez apareçam sentimentos que estavam guardados há muito tempo.

Não é necessário resolver tudo naquela noite.

Uma conversa importante não se mede apenas pelo número de problemas solucionados, mas também pela capacidade de revelar o que precisa ser compreendido.

Se houver muita hostilidade, dificuldade persistente de diálogo ou sofrimento significativo, procurem orientação profissional.

Não é preciso esperar que o casamento esteja por um fio para pedir ajuda.

UM COMPROMISSO COM O FUTURO

Se vocês decidirem tentar uma nova etapa, evitem fazer promessas grandiosas que não sabem como cumprir.

Escolham mudanças pequenas, claras e possíveis.

Durante as próximas semanas, vocês podem combinar:

Reservar um momento para conversar sem distrações.

Dividir uma responsabilidade que está sobrecarregando um dos dois.

Resolver um assunto pendente sem recuperar todas as discussões anteriores.

Demonstrar carinho de uma maneira que faça sentido para o parceiro.

Rever os acordos ao final de cada semana.

Buscar ajuda quando perceberem que estão repetindo os mesmos padrões.

Cada pessoa deve assumir sua parte, sem transformar o compromisso em uma forma de fiscalizar o outro.

O objetivo não é criar um casamento perfeito em trinta dias.

É descobrir se vocês conseguem transformar a intenção em atitudes consistentes.

Porque uma nova oportunidade não se sustenta apenas no entusiasmo do começo. Precisa encontrar apoio no cotidiano.

E SE A OUTRA PESSOA NÃO QUISER TENTAR?

Esta é uma das perguntas mais dolorosas para quem deseja reconstruir uma relação.

Você pode reconhecer seus erros, buscar ajuda, mudar comportamentos e demonstrar disposição para conversar. Mas não pode tomar a decisão pelo outro.

O casamento é uma relação entre duas pessoas, e sua reconstrução depende de condições que não estão inteiramente sob o controle de uma só delas.

Se o parceiro não deseja continuar, insistir indefinidamente pode prolongar o sofrimento sem produzir a mudança esperada.

Isso não significa que seus sentimentos sejam pequenos ou que a história tenha perdido valor.

Significa que amar alguém não concede o poder de decidir por essa pessoa.

Nessa situação, pode ser necessário buscar apoio para lidar com a perda, compreender o que aconteceu e reconstruir a própria vida.

Você não precisa transformar o fim de uma relação em uma prova de que fracassou.

Uma história pode ter sido importante mesmo que não continue.

E a sua vida não deixa de ter possibilidades porque um projeto compartilhado chegou ao fim.

UMA CARTA PARA QUEM AINDA ESCOLHE

Se, depois de olhar para a própria história, você percebe que ainda existe amor, respeito e vontade dos dois de tentar, talvez seja hora de fazer uma escolha diferente.

Não apenas escolher ficar.

Escolher conversar.

Escolher reconhecer os próprios erros.

Escolher ouvir sem preparar imediatamente uma defesa.

Escolher estabelecer limites sem humilhar.

Escolher demonstrar carinho sem esperar que o outro adivinhe.

Escolher procurar ajuda quando não souberem mais como avançar.

E escolher observar se essas atitudes estão, de fato, tornando a relação mais saudável.

Não prometo que será fácil. Reconstruir confiança leva tempo. Mudar hábitos exige esforço. Algumas feridas precisam de acompanhamento profissional, e certas diferenças talvez nunca desapareçam completamente.

Mas vocês podem descobrir novas maneiras de conviver, desde que existam condições, segurança e participação verdadeira de ambos.

Se decidirem continuar, não precisam repetir a história exatamente como ela foi.

Podem escrever uma nova etapa, com mais consciência do que desejam, do que conseguem oferecer e do que não estão dispostos a aceitar.

E, se descobrirem que não é possível continuar juntos de maneira saudável, também poderão buscar um caminho de cuidado e dignidade.

O importante é que a decisão não seja tomada apenas pelo medo de ficar sozinho, pela pressão dos outros ou pela obrigação de preservar as aparências.

Que seja uma decisão consciente.

Porque escolher alguém novamente não é apagar o que aconteceu.

É olhar para a história, compreender o presente e avaliar, com honestidade, se existe um futuro que valha a pena construir.

Eu ainda escolho você. Mas quero que a nossa escolha seja livre, respeitosa e acompanhada de atitudes que façam bem aos dois.

— Suzy Mosna

CONSIDERAÇÕES FINAIS

O amor não precisa ser perfeito para ser significativo, mas não deve exigir que alguém abandone a própria dignidade para mantê-lo.

Um casamento pode atravessar crises, enfrentar mudanças e encontrar novas formas de convivência. Para isso, precisa de mais do que lembranças bonitas ou promessas feitas em momentos de medo.

Precisa de respeito, responsabilidade, comunicação e disposição para transformar o que não está funcionando.

Se este livro ajudar você a compreender melhor sua relação, reconhecer seus limites ou iniciar uma conversa importante, terá cumprido seu propósito.

Não existe uma única resposta para todos os casais. Existe a necessidade de olhar para cada história com honestidade, sem romantizar o sofrimento e sem desistir de uma possibilidade saudável antes de compreendê-la.

Escolher novamente pode ser um gesto de amor. Aprender a escolher com consciência é um gesto de maturidade.

Sobre a autora

Suzy Mosna — Psicóloga

Atua nas áreas de relacionamentos, qualidade de vida e inteligência emocional, desenvolvendo conteúdos e recursos educativos voltados ao autoconhecimento, à saúde emocional e à compreensão das relações humanas.

Este livro tem finalidade educativa e não substitui acompanhamento psicológico individualizado. A terapia de casal não garante reconciliação, e situações de violência ou coerção exigem atenção prioritária à segurança.

Fim.