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Santo André, São Paulo, Brazil
Psicóloga Clínica Suzy Mosna, Crp 06-75752. Especialista em Terapia de casal e família, relacionamentos e neuropsicóloga. Professora de Psicologia.

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Psicóloga Suzy Mosna

Terapia de Casal • Ansiedade • Autoestima • Orientação Vocacional

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quinta-feira, 25 de junho de 2026

Psicóloga e Terapia de Casal Suzy Mosna



 Nem sempre conseguimos mudar a nossa história sozinhos. Às vezes, tudo o que precisamos é de um espaço seguro para compreender o que sentimos, reorganizar pensamentos e encontrar novos caminhos.

Suzy Mosna é psicóloga, especialista em relacionamentos, neuropsicologia e desenvolvimento humano, com mais de 15 anos de experiência clínica e milhares de atendimentos realizados. Seu trabalho une conhecimento científico, acolhimento e estratégias práticas para ajudar pessoas, casais e famílias a viverem com mais equilíbrio emocional e qualidade de vida.

Como posso ajudar você?

❤️ Terapia de Casal

Para casais que desejam fortalecer o relacionamento, melhorar a comunicação, superar crises, reconstruir a confiança e resgatar a conexão.

🧠 Terapia Individual

Um espaço de acolhimento para tratar ansiedade, estresse, depressão, autoestima, autoconhecimento, luto, conflitos emocionais e desenvolvimento pessoal.

🎬 Cineterapia

Uma abordagem inovadora que utiliza filmes como ferramenta terapêutica para ampliar reflexões, desenvolver inteligência emocional e promover mudanças profundas.

🧭 Orientação Vocacional

Para adolescentes e adultos que desejam descobrir seus talentos, identificar suas potencialidades e escolher uma profissão com mais segurança e propósito.

⚡ Sessão Única

Quando você precisa de orientação objetiva para uma situação específica. Em um único encontro, trabalhamos estratégias e possibilidades para ajudá-lo a tomar decisões com mais clareza.

🌎 Atendimento Online e Presencial

Você pode realizar sua terapia de qualquer lugar do mundo por videochamada ou presencialmente em Santo André – SP, com o mesmo compromisso, ética e qualidade profissional.

Psicóloga Suzy Mosna

💙 Terapia Individual | Terapia de Casal | Cineterapia | Orientação Vocacional | Sessão Única

📍 Atendimento Presencial em Santo André – SP e Online para todo o Brasil e exterior.

📱 WhatsApp: (11) 98487 0463

📸 Instagram: @psicologa_suzymosna

🌐 Site: https://sites.google.com/view/psisuzymosnaeterapiadecasal

📝 Blog: http://psicologasuzy.blogspot.com.br

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quinta-feira, 4 de junho de 2026

Psicóloga Suzy Mosna, Terapia individual, casal e família. Escritora do Livro Quando o vilão não sua mascara - Psicóloga Santo André Abc São Paulo


 

O Mito de Narciso e o Nascimento de um Conceito Psicológico

Muito antes de existirem consultórios, diagnósticos ou estudos científicos sobre a personalidade humana, os povos antigos já utilizavam histórias para explicar comportamentos que pareciam difíceis de compreender.

A mitologia grega é um dos maiores exemplos dessa tentativa de entender a natureza humana por meio de narrativas simbólicas. Entre essas histórias, poucas se tornaram tão conhecidas e tão relevantes para a psicologia quanto o mito de Narciso.

Segundo a lenda, Narciso era um jovem de extraordinária beleza. Sua aparência despertava admiração por onde passava. Homens e mulheres se encantavam com sua presença. Todos desejavam sua atenção. Todos queriam seu amor.

Mas Narciso possuía uma característica que o impedia de construir vínculos verdadeiros.

Ele não conseguia enxergar ninguém além de si mesmo.

As pessoas ao seu redor eram ignoradas, rejeitadas ou tratadas como irrelevantes. Seus sentimentos não despertavam interesse. Seus sofrimentos não provocavam compaixão. Seus afetos não encontravam reciprocidade.

Narciso admirava apenas uma coisa.

A própria imagem.

Conta a história que, certo dia, ao aproximar-se de um lago cristalino, viu seu reflexo na água. Encantado pela própria beleza, permaneceu observando aquela imagem por horas, dias e, segundo algumas versões da narrativa, até morrer consumido pela obsessão.

É uma história antiga.

Mas sua mensagem permanece assustadoramente atual.

A imagem do jovem que não consegue olhar para além do próprio reflexo tornou-se uma poderosa metáfora psicológica.

O narcisismo não representa apenas amor por si mesmo.

Na verdade, representa uma incapacidade profunda de estabelecer relações equilibradas com os outros.

A pessoa narcisista precisa constantemente olhar para si. Precisa ser admirada. Precisa sentir-se especial. Precisa acreditar que ocupa uma posição diferenciada em relação às demais pessoas.

Quando isso não acontece, surgem sentimentos intensos de raiva, frustração, vergonha ou humilhação.

Ao longo dos anos, a psicologia utilizou o mito de Narciso para descrever diferentes aspectos do funcionamento humano.

Sigmund Freud foi um dos primeiros estudiosos a utilizar o termo narcisismo de maneira sistemática. Para ele, existe um narcisismo saudável, necessário para a construção da autoestima e da identidade.

Sem uma dose adequada de amor-próprio, ninguém consegue desenvolver autoconfiança.

Sem autoestima, torna-se difícil enfrentar desafios, estabelecer limites ou acreditar no próprio valor.

O problema surge quando o amor-próprio saudável dá lugar à grandiosidade excessiva.

Quando a admiração por si mesmo se transforma em necessidade constante de superioridade.

Quando o indivíduo deixa de perceber que outras pessoas possuem sentimentos, necessidades e direitos tão importantes quanto os seus.

Nesse momento, estamos diante de algo muito diferente da autoestima.

Estamos diante do narcisismo patológico.

Uma das maiores confusões populares consiste justamente em acreditar que pessoas narcisistas se amam demais.

Na realidade, muitos especialistas observam exatamente o contrário.

Por trás da aparência de autoconfiança, frequentemente existe uma fragilidade emocional significativa.

Imagine um castelo construído sobre fundações instáveis.

Por fora, ele parece imponente.

As torres impressionam.

Os salões encantam.

Tudo transmite força e segurança.

Mas basta uma tempestade mais intensa para revelar que sua estrutura não é tão sólida quanto parecia.

Algo semelhante acontece com muitos indivíduos narcisistas.

Sua autoestima depende de fatores externos.

Depende dos elogios.

Depende da admiração.

Depende do reconhecimento.

Depende da sensação de superioridade.

Quando essas fontes desaparecem, surgem reações emocionais intensas.

É por isso que críticas costumam ser tão difíceis para eles.

Mesmo observações pequenas podem ser interpretadas como ataques devastadores.

Mesmo discordâncias simples podem provocar explosões emocionais.

Mesmo limites saudáveis podem ser percebidos como ofensas intoleráveis.

A necessidade de proteção do ego torna-se tão grande que a pessoa passa a utilizar mecanismos psicológicos para preservar sua autoimagem.

Entre esses mecanismos estão a manipulação, a culpa, a vitimização, a distorção dos fatos e a desvalorização das pessoas ao redor.

Muitas vezes, quem convive com um narcisista começa a sentir que está sempre errado.

Passa a duvidar de sua própria percepção.

Questiona suas memórias.

Pede desculpas por situações que sequer provocou.

Pouco a pouco, a realidade parece se tornar confusa.

Essa dinâmica será explorada em profundidade nos próximos capítulos.

Mas antes de avançarmos, é importante compreender uma verdade fundamental.

O narcisismo não é apenas um problema individual.

É também um fenômeno social.

Vivemos em uma época que valoriza visibilidade, aparência, popularidade e validação constante.

As redes sociais transformaram curtidas em indicadores de aprovação.

A exposição tornou-se sinônimo de relevância.

A comparação passou a fazer parte da rotina de milhões de pessoas.

Naturalmente, isso não significa que as redes sociais criem narcisistas.

Mas podem funcionar como terreno fértil para comportamentos que já existiam.

A busca incessante por reconhecimento não nasceu com a internet.

Ela nasceu muito antes.

Nasceu no coração humano.

E talvez seja justamente por isso que a história de Narciso continua tão atual.

Mudaram as roupas.

Mudaram as tecnologias.

Mudaram os cenários.

Mas o espelho continua existindo.

A única diferença é que, hoje, ele cabe no bolso.

E milhões de pessoas carregam esse espelho consigo todos os dias.

Nos próximos capítulos, veremos como esse fenômeno aparece nos filmes, nas séries, nos contos de fadas e, principalmente, nos relacionamentos da vida real.

Porque compreender o narcisismo não é apenas entender determinadas pessoas.

É também compreender as armadilhas emocionais que todos nós precisamos aprender a reconhecer.





terça-feira, 18 de novembro de 2025

Psicóloga Suzy Mosna

 

Os piores inimigos do cérebro são silenciosos: beber pouca água, viver no sedentarismo e ignorar os sinais do corpo.

Quando você deixa de se hidratar, seu raciocínio desacelera. Quando deixa de se mover, suas emoções pesam.

Pequenas escolhas diárias têm o poder de fortalecer — ou sabotar — sua mente. Cuidar do cérebro é cuidar da vida.

Psicóloga Suzy Mosna

Psicóloga Santo André

Terapia de Casal Santo André Suzy Mosna - Santo André São Paulo

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