quinta-feira, 31 de outubro de 2019
Ciúme patológico! O ciúme no divã! Terapia de casal ou individual com ...
sexta-feira, 16 de janeiro de 2015
Relacionamento: Filme: Diário de uma Paixão. Psicóloga Clínica Suzy Mosna
Diário de uma Paixão. Psicóloga Clínica Suzy Mosna, Terapia de casal e individual.
sexta-feira, 17 de outubro de 2014
O fim de um relacionamento, o que fazer depois? Psicóloga Clínica Suzy Mosna, Psicóloga Santo André São Paulo
sexta-feira, 3 de outubro de 2014
Quando o amor vira doença!!! Psicóloga Clínica Suzy Mosna, Psicóloga Santo André Abc São Paulo.
O amor patológico, muitas vezes vem associado a quadros de depressão, fobias - como a síndrome do pânico e ansiedade, chega a um ponto que o amor fica obcecado e a pessoa deixa a sua vida para viver a do outro ou não permite que o amado tenha vida própria.
O aspecto central no amor patológico é o comportamento repetitivo e sem controle de prestar cuidados e atenção ao objeto amado com a intenção de receber o seu afeto e evitar a perda.
Psicóloga Clínica Suzy Mosna, Psicóloga Santo André São Paulo,
Terapia de casal e individual Santo André São Paulo
domingo, 2 de agosto de 2009
Amor Patológico - Relacionamentos
Quando o amor vira doença muitas vezes ele vem associado a quadros de depressão, fobias - como a síndrome do pânico - e ansiedade. O paciente experimenta um pavor de sofrer a perda da pessoa amada, um medo gigantesco de não ser correspondido, um sentimento apavorante de ser traído, enfim, parece que a própria pessoa amada é apenas coadjuvante no relacionamento.
Chega a um ponto que o amor fica obcecado e a pessoa deixa a sua vida para viver a do outro ou não permite que o parceiro tenha vida própria.
O aspecto central no Amor Patológico é o comportamento repetitivo e sem controle de prestar cuidados e atenção ao objeto amado com a intenção de receber o seu afeto e evitar a perda.
O amor patológico só é possível ser tratado quando a pessoa admite que está fora de seu controle. Para o diagnóstico é importante haver carência de críticas sobre o comportamento obcecado, quando essa atitude excessiva é mantida mesmo depois das concretas evidências de estar sendo prejudicial para a sa própria vida, da pessoa amada ou para a família.
domingo, 5 de abril de 2009
Quando se ama demais!!!


Tenha consciência de que um parceiro vem para acrescentar coisas a sua vida, que se trata de um cúmplice e não de um preenchedor de vazio. Para gostar de alguém, primeiro tem de gostar de si mesmo.
Quando o amor vira doença muitas vezes ele vem associado a quadros de depressão, fobias - como a síndrome do pânico - e ansiedade. Por isso, a terapia é indispensável.
Psicóloga Clínica Suzy Mosna
quinta-feira, 9 de outubro de 2008
O estresse é capaz de causar sintomas fisicos...Psicologia Santo André
O estresse também causa tensão muscular, produzindo dor no pescoço, nas costas, na cabeça ou em outros locais.O corpo responde fisiologicamente ao estresse emocional. Por exemplo, o estresse pode causar ansiedade, que ativa o sistema nervoso autônomo e hormônios (p.ex., adrenalina), os quais, por sua vez, aumentam a freqüência cardíaca, a pressão arterial e a sudorese. Quando o paciente e o médico supõem que os sintomas são causados por uma doença física, o distúrbio emocional desencadeador dos sintomas pode passar despercebido.
A depressão pode inibir o sistema imune, tornando um indivíduo deprimido mais suscetível a determinadas infecções, como as causadas pelos vírus que causam o resfriado comum. Portanto, o estresse é capaz de causar sintomas físicos mesmo que não exista uma doença física. . Podem ser realizados muitos exames diagnósticos infrutíferos para se descobrir a causa do aumento da freqüência cardíaca, das cefaléias, das dores nas costas, etc. Os fatores psicológicos também influenciam indiretamente a evolução de uma doença. Por exemplo, algumas pessoas gravemente enfermas negam estar doentes ou negam a sua gravidade.
Psicóloga Santo André




